Não acontece nada, e eu insisto, inconformado.
Largo tudo, abro os olhos desmesuradamente, presto mais atenção.
Nada.
O sentido último da vida é esse vazio que ocorre com freqüência.
O sentido da vida não é preencher o vazio. É o vazio em si mesmo, porque este vazio é
Possibilidade.
Olho em torno, a luz incomoda, o som é demais.
Não é possível um silêncio tão profundo quanto este da alma, e nem uma escuridão mais sinistra.
Me assento à sinistra olhando o mundo que se acaba
E a vida, que é a morte noutra roupa.
Nenhum mistério, é assim mesmo que o mundo é: sem sentido.
O sentido é procurar o sentido, e se conformar com o fato de que não há sentido nenhum.
Só a vida, pequena morte.
Largo tudo, abro os olhos desmesuradamente, presto mais atenção.
Nada.
O sentido último da vida é esse vazio que ocorre com freqüência.
O sentido da vida não é preencher o vazio. É o vazio em si mesmo, porque este vazio é
Possibilidade.
Olho em torno, a luz incomoda, o som é demais.
Não é possível um silêncio tão profundo quanto este da alma, e nem uma escuridão mais sinistra.
Me assento à sinistra olhando o mundo que se acaba
E a vida, que é a morte noutra roupa.
Nenhum mistério, é assim mesmo que o mundo é: sem sentido.
O sentido é procurar o sentido, e se conformar com o fato de que não há sentido nenhum.
Só a vida, pequena morte.
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