e num repente,
a consciência da inconsciência
sobre uma coisa qualquer, sem nome ou origem
que me corrói a alma e me faz triste
calor e frio, lâmina cortando a pele
febre talvez seria, mas não é o caso.
Saudade.
de tudo o que não foi.
Será?
(Francisco Vargas)
5 comments:
Então, a saudade agora será ao contrário, e já tá chegando, de mansinho.
Ainda bem que existe a tecnologia que mantém as pessoas conectadas em tempo real, aliviando esse buraco que fica no peito da gente.
Um abração, que Deus o abençôe nesse finalzinho de temporada na Ìndia.
[...]Porque é sempre de nós que nos separamos quando deixamos alguém,
É sempre de nós que partimos quando deixamos a costa,
A casa, o campo, a margem, a gare, ou o cais.
Tudo que vimos é nós, vivemos só nós o mundo.
Não temos senão nós dentro e fora de nós[...]
Álvaro de Campos
Lindo, Teresa!!! Adoro Álvaro de Campos...
Melhor que os poemas desse tal de Francisco Vargas, rsrs! Brincadeira!
Cheguei à conclusão que o sentimento é o mesmo da sua ida. A gente já tava esperando vc voltar desde quando vc foi! Que bom que tá chegando...
Um beijo!
Que a Índia e o bloguembrancodojulim tenham continuidade... em nós! Boa viagem de volta!!!
Boa viagem!
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