Derrubado, sempre, te abraço ao rés-do-chão
E aqui, sentindo o gosto de tua poeira em minha pele
O cheiro de meu suor em tua água
A fome de mim mesmo na tua ausência
Eu abro mão de ti.
Levanto-me, sacudo a poeira, empacoto tudo
Meto em minha mala.
Dirijo-me anestesiado a um lugar relativo, mas importante
o lugar de onde eu saí
Pensando no fundo da minha saudade antecipada:
Quando poderei voltar aqui, donde hoje saio?
E aqui, sentindo o gosto de tua poeira em minha pele
O cheiro de meu suor em tua água
A fome de mim mesmo na tua ausência
Eu abro mão de ti.
Levanto-me, sacudo a poeira, empacoto tudo
Meto em minha mala.
Dirijo-me anestesiado a um lugar relativo, mas importante
o lugar de onde eu saí
Pensando no fundo da minha saudade antecipada:
Quando poderei voltar aqui, donde hoje saio?
2 comments:
Ééé! Talvez o começo da despedida seja mais cruel do que a própria!!!
Mas...ou não! Bjos
Hummm!...
Não é mole, não,ein?
Enquanto isso, do lado de cá, começo a me alegrar com a sua volta.
A vida é assim, mas é boa!
Bjos saudosos.
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