No coração de tua bribinha, Amado
pulsa desejo por Ti.
Eu, pequena e só.
Transparece em cada querença a busca
por Ti
a certeza de que só Tu és saciedade
a vontade de perder-me.
Mas então a memória me trai
e o corpo se me arrepia diante do mundo
onde habitas
Mas não é Tu.
Ah, Amado. Te encontrei no mundo,
dissolvido em minha História, é certo!
Mas agora... agora quero mais, assumo
envergonhado
Ser.
Ai de mim.
Encontrei-te e por isto fiquei
solitária, pequena, órfã e fria.
Briba.
E mesmo assim, quase o tempo todo,
desvio de Ti o olhar
ao contemplar o mundo, me esquecendo
que És o mundo
E que como num verso curto, ousado,
Te aproximas e entras de novo em mim,
pelo mundo que não te é!
meu universo é você.
2 comments:
Ê Julinho, que saudade docê!
Gosto de seusa versos, sou coruja mesmo, Buia!
Um abraço da mãe mais legal do mundo!
Tudo bem que tá ficando cada vez mais lindo ler você! Mas ainda melhor é a sua presença aqui!!! Dá pra pular o último capítulo e vir logo pro epílogo?!!Bjos
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