Fiquei aqui, hoje, na minha cela.
Escrevi, desenvolvi o meu artigo, concluí a primeira parte dele com uma frase apoteótica, como convém a todo e qualquer artigo que seja basicamente mera enrolação.
Lá pelas duas, o seminarista que me parou outro dia na rua me ligou. Queria me visitar.
Achei muito doido, mas claro que falei que ele podia vir quando quisesse, e em 40 minutos ele apareceu.
Foi o tempo de separar uma caixa de bombom e arrumar umas coisas pra um chá, que ele podia aceitar, já que eu iria oferecer, certo?
Ele veio, perguntou opinião sobre a tese dele. Sugeri que ele treine escrever todo dia, porque ainda tem seis meses pra isso, contados a partir de Junho.
E ele enrolou, enrolou e começou a falar o que eu acho que o trouxe aqui.
Está preocupado com os pais, que são idosos e que ficaram em casa, no Madhyar Pradesh, ao Norte da Índia.
O pai é cego, a mãe já idosa, ficou só um irmão mais novo e os dois.
Pra piorar, ele é de uma tribo da floresta. Tribos da floresta são grupos étnicos ligados a agricultura, e dalits.
Um futuro padre dalit. Alguém que saiu da condição de "não ter casta" para a de "estar acima das castas". De dalith a sannyasi.
Eu me lembrei aí de casa. Também fiquei um pouco preocupado, porque o pai já nem sai com frequencia de casa, a mae tá inteirona mas n tá na flor da juventude... E lembrei que foi só eu sair pra Teresa começar a ir lá em casa mais frequentemente, pra Aninha idem, Cecília...
Claro que todos já iam antes, mas parece (nas conversas que eu tenho com os povo daí) que ganharam funções novas. E tem ainda os outros filhos, os maridos. E a Bia, uma filha de consideração a essas alturas.
O Robson foi outro dia lá em casa arrumar a internet, me perguntou pelo MSN como fazer com o fio que não dá sinal, se tem macete pra crimpar...
Aí eu falei pro pobre do menino, que parecia com o coração na mão. "Relaxa, a solução da sua casa nunca foi você. Quando você saiu de casa, eles encontraram as soluções".
Ele também tem cinco irmãos, todos cinco fora de casa. Ele era a Aninha, que saiu de casa e deixou só o Julinho.
Aí o Julinho dele tá lá, e vai saber se virar. Por isso disse isso a ele.
Essa foi a coisa que aconteceu aqui hoje.
Me pôs a pensar sobre isso, de assumir-se como Messias e resolutor de problemas, removedor de obstáculos, Ganesh, abre caminhos Exu das sete encruzilhadas. Larauê.
Quando a gente se assume e se põe como um desses personagens, fica sem precisar de algum outro Messias, removedor de obstáculos ou abridor de caminhos. Fica assim um reizinho barrigudinho lustrando a pancinha.
E, se a gente elege alguns para estes papéis, não se unge, não se move, não se esforça.
Todo mundo precisa ficar só...
Caso contrário, a outra coisa, talvez a pior, é que surjam Exus, Ganeshs e Ungidos. E Deus morre, porque o nomeamos.
Jesus chamava Deus (que era ele mesmo) de Fonte de Água Viva, Vento que Sopra onde quer, Papaizinho, Pai Nosso, Força do Alto, Paráclito, Defensor, Deus de Abraão. E, quando falava de si mesmo como Deus, coisa que só acontece no Evangelho de João e no Apocalipse, dizia Eu Sou. Vós procurais Jesus de Nazaré. Eu Sou. E assim por seguinte, lendo direito o Evangelho, porque João (chamado pelos bizantinos de pai da teologia, pelo seu evangelho ser cheio de significados técnicos de judaísmo) não desperdiçava Eu Sou's.
Nunca chamou Deus de Zé ou de Benedito. E Ele mesmo chamava-se Deus Salva.O Deus de Jesus só pode ser entedido como relacional, e por isso é do Zoto, mas não tem nome. Por isso é de Abraão. Pra poder ser seu, se você o ouvir e com Ele falar como fazia Abraão.
Nomeamos os nossos deuses, e eles morrem. Quando resolveram que existia Exu, ninguém mais passou a fazer nada na vida sem antes confiar primeiro nele. Puro complexo. Todo mundo pode. Deus não tá aí pra matar a nossa auto-suficiência.
Ele está e É ai para nos salvar dela.
Não é para eliminar o pecado, mas para nos salvar dele. Nem é pra melhorar nossa vida, mas nos dar outra vida. É sempre nos salvar da situação que a gente tá, parece.
Mas salvação não é ruptura, mas inclusão. Jesus só nos pode salvar de todas estas coisas porque as vive.
Assim, só pode se safar de sua ignorância quem a celebra.
Ou só pode se salvar de sua auto-suficiência quem a tem.
E só pode se salvar de sua máscara quem a veste.
É o primeiro passo, celebrar amplamente o fato de que fazemos essas coisas, de nos colocar no lugar que pertence ao outro, como se fôssemos o ponto focal principal da vida dele.
E o outro também é culpado, às vezes, meramente por nos permitir usufruir dessa cadeira. Se nos deixa usufruir dela, ele também tem uma parcelinha de culpa. Menor que a nossa, que resolveu se sentar.
É muito complexo isso que eu fiquei matutando. Enfim, me percebi na conversa.
Só quem fica só é capaz de entender o que o Eu significa e é. O poder que o Eu tem.
E só quem reconhece esse poder pode salvar-se dele, abrindo mão.
A solução pra família desse moço se reerguer é ele ter saído de casa.
E a solução pra esse moço se descobrir foi a mesma.
Disse isso a ele, e ele foi embora feliz.
E eu, pensando naí, fiquei feliz. Feliz porque o Robson foi lá em casa pra outra coisa que não fosse pegar a furadeira, feliz porque a Teresa não foi pra reclamar da Mírian, feliz porque a Cecília não deu só uma passadinha correndo pra escola, feliz porque a Aninha dorme lá de vez em quando, feliz porque a mãe voltou a cozinhar, feliz porque o pai raspa o chão do galinheiro.
E triste, porque não posso fazer nada disso. Quando eu voltar, vou fazer tudo de novo, com a maior alegria. vou cumprimentar o Teobaldo, as meninas dele, as mexeriqueiras... Vou levar a mãe pra cima e pra baixo de fusco, vou arrumar a rede de internet toda hora, vou limpar a piscina da granja.
Mas não vou me assumir como solução ou Ganesh ou Exu ou nada. Vou ser só eu mesmo, que já tem dado muito trabalho.
E vou ter tempo pra mim, pra eu ficar sozinho. Ficar sozinho é bom. Sou ótima companhia... Talvez por isto que todo mundo sempre arranjava coisa pra eu fazer nas casas diversas. Mas em Outubro me chamem só pra um café, vez ou outra.
Deixa eu ser só eu mesmo, porque pras muitas demandas que contiinuaram existindo aí, as soluções foram encontradas. Eram vocês.
Não, não tô reclamando e nem criticando ninguém, até porque não tem ninguém aqui.
Só que constatei hoje, triste, que nunca fiz nada na minha casa ou nas casas dos meus amigos.
Quem fazia era um personagem... Tinha vários. Nunca fui por inteiro. Sempre julguei que tinha de ir porque eu era quem sabia fazer isso ou aquilo. Nunca tinha percebido que vocês me chamavam pra uma conversa com a desculpa da resistência do chuveiro queimada.
E agora, que eu percebi isso (oh, como ficar sozinho faz pensar), só posso me contentar em chamar vocês pra virem tomar um Taj Mahal tea com Khaju biscuits e Ferrero Rocher, mas saber que vai demorar um pouco até alguém chegar.
Mas, quando vierem, fiquem tranquilos que os sufás de prártico tão lavados.
Escrevi, desenvolvi o meu artigo, concluí a primeira parte dele com uma frase apoteótica, como convém a todo e qualquer artigo que seja basicamente mera enrolação.
Lá pelas duas, o seminarista que me parou outro dia na rua me ligou. Queria me visitar.
Achei muito doido, mas claro que falei que ele podia vir quando quisesse, e em 40 minutos ele apareceu.
Foi o tempo de separar uma caixa de bombom e arrumar umas coisas pra um chá, que ele podia aceitar, já que eu iria oferecer, certo?
Ele veio, perguntou opinião sobre a tese dele. Sugeri que ele treine escrever todo dia, porque ainda tem seis meses pra isso, contados a partir de Junho.
E ele enrolou, enrolou e começou a falar o que eu acho que o trouxe aqui.
Está preocupado com os pais, que são idosos e que ficaram em casa, no Madhyar Pradesh, ao Norte da Índia.
O pai é cego, a mãe já idosa, ficou só um irmão mais novo e os dois.
Pra piorar, ele é de uma tribo da floresta. Tribos da floresta são grupos étnicos ligados a agricultura, e dalits.
Um futuro padre dalit. Alguém que saiu da condição de "não ter casta" para a de "estar acima das castas". De dalith a sannyasi.
Eu me lembrei aí de casa. Também fiquei um pouco preocupado, porque o pai já nem sai com frequencia de casa, a mae tá inteirona mas n tá na flor da juventude... E lembrei que foi só eu sair pra Teresa começar a ir lá em casa mais frequentemente, pra Aninha idem, Cecília...
Claro que todos já iam antes, mas parece (nas conversas que eu tenho com os povo daí) que ganharam funções novas. E tem ainda os outros filhos, os maridos. E a Bia, uma filha de consideração a essas alturas.
O Robson foi outro dia lá em casa arrumar a internet, me perguntou pelo MSN como fazer com o fio que não dá sinal, se tem macete pra crimpar...
Aí eu falei pro pobre do menino, que parecia com o coração na mão. "Relaxa, a solução da sua casa nunca foi você. Quando você saiu de casa, eles encontraram as soluções".
Ele também tem cinco irmãos, todos cinco fora de casa. Ele era a Aninha, que saiu de casa e deixou só o Julinho.
Aí o Julinho dele tá lá, e vai saber se virar. Por isso disse isso a ele.
Essa foi a coisa que aconteceu aqui hoje.
Me pôs a pensar sobre isso, de assumir-se como Messias e resolutor de problemas, removedor de obstáculos, Ganesh, abre caminhos Exu das sete encruzilhadas. Larauê.
Quando a gente se assume e se põe como um desses personagens, fica sem precisar de algum outro Messias, removedor de obstáculos ou abridor de caminhos. Fica assim um reizinho barrigudinho lustrando a pancinha.
E, se a gente elege alguns para estes papéis, não se unge, não se move, não se esforça.
Todo mundo precisa ficar só...
Caso contrário, a outra coisa, talvez a pior, é que surjam Exus, Ganeshs e Ungidos. E Deus morre, porque o nomeamos.
Jesus chamava Deus (que era ele mesmo) de Fonte de Água Viva, Vento que Sopra onde quer, Papaizinho, Pai Nosso, Força do Alto, Paráclito, Defensor, Deus de Abraão. E, quando falava de si mesmo como Deus, coisa que só acontece no Evangelho de João e no Apocalipse, dizia Eu Sou. Vós procurais Jesus de Nazaré. Eu Sou. E assim por seguinte, lendo direito o Evangelho, porque João (chamado pelos bizantinos de pai da teologia, pelo seu evangelho ser cheio de significados técnicos de judaísmo) não desperdiçava Eu Sou's.
Nunca chamou Deus de Zé ou de Benedito. E Ele mesmo chamava-se Deus Salva.O Deus de Jesus só pode ser entedido como relacional, e por isso é do Zoto, mas não tem nome. Por isso é de Abraão. Pra poder ser seu, se você o ouvir e com Ele falar como fazia Abraão.
Nomeamos os nossos deuses, e eles morrem. Quando resolveram que existia Exu, ninguém mais passou a fazer nada na vida sem antes confiar primeiro nele. Puro complexo. Todo mundo pode. Deus não tá aí pra matar a nossa auto-suficiência.
Ele está e É ai para nos salvar dela.
Não é para eliminar o pecado, mas para nos salvar dele. Nem é pra melhorar nossa vida, mas nos dar outra vida. É sempre nos salvar da situação que a gente tá, parece.
Mas salvação não é ruptura, mas inclusão. Jesus só nos pode salvar de todas estas coisas porque as vive.
Assim, só pode se safar de sua ignorância quem a celebra.
Ou só pode se salvar de sua auto-suficiência quem a tem.
E só pode se salvar de sua máscara quem a veste.
É o primeiro passo, celebrar amplamente o fato de que fazemos essas coisas, de nos colocar no lugar que pertence ao outro, como se fôssemos o ponto focal principal da vida dele.
E o outro também é culpado, às vezes, meramente por nos permitir usufruir dessa cadeira. Se nos deixa usufruir dela, ele também tem uma parcelinha de culpa. Menor que a nossa, que resolveu se sentar.
É muito complexo isso que eu fiquei matutando. Enfim, me percebi na conversa.
Só quem fica só é capaz de entender o que o Eu significa e é. O poder que o Eu tem.
E só quem reconhece esse poder pode salvar-se dele, abrindo mão.
A solução pra família desse moço se reerguer é ele ter saído de casa.
E a solução pra esse moço se descobrir foi a mesma.
Disse isso a ele, e ele foi embora feliz.
E eu, pensando naí, fiquei feliz. Feliz porque o Robson foi lá em casa pra outra coisa que não fosse pegar a furadeira, feliz porque a Teresa não foi pra reclamar da Mírian, feliz porque a Cecília não deu só uma passadinha correndo pra escola, feliz porque a Aninha dorme lá de vez em quando, feliz porque a mãe voltou a cozinhar, feliz porque o pai raspa o chão do galinheiro.
E triste, porque não posso fazer nada disso. Quando eu voltar, vou fazer tudo de novo, com a maior alegria. vou cumprimentar o Teobaldo, as meninas dele, as mexeriqueiras... Vou levar a mãe pra cima e pra baixo de fusco, vou arrumar a rede de internet toda hora, vou limpar a piscina da granja.
Mas não vou me assumir como solução ou Ganesh ou Exu ou nada. Vou ser só eu mesmo, que já tem dado muito trabalho.
E vou ter tempo pra mim, pra eu ficar sozinho. Ficar sozinho é bom. Sou ótima companhia... Talvez por isto que todo mundo sempre arranjava coisa pra eu fazer nas casas diversas. Mas em Outubro me chamem só pra um café, vez ou outra.
Deixa eu ser só eu mesmo, porque pras muitas demandas que contiinuaram existindo aí, as soluções foram encontradas. Eram vocês.
Não, não tô reclamando e nem criticando ninguém, até porque não tem ninguém aqui.
Só que constatei hoje, triste, que nunca fiz nada na minha casa ou nas casas dos meus amigos.
Quem fazia era um personagem... Tinha vários. Nunca fui por inteiro. Sempre julguei que tinha de ir porque eu era quem sabia fazer isso ou aquilo. Nunca tinha percebido que vocês me chamavam pra uma conversa com a desculpa da resistência do chuveiro queimada.
E agora, que eu percebi isso (oh, como ficar sozinho faz pensar), só posso me contentar em chamar vocês pra virem tomar um Taj Mahal tea com Khaju biscuits e Ferrero Rocher, mas saber que vai demorar um pouco até alguém chegar.
Mas, quando vierem, fiquem tranquilos que os sufás de prártico tão lavados.
7 comments:
Julim, seu lindim, eu adoro quando vc vai lá em casa, e acho que vc devia dormir lá de vez em quando. Seu platô tá lá te esperando!! Viu, seu bobinho? A gente te pede as coisas porque vc é o rei da gambiarra, tanto é que está se dando bem na Índia... Mas no fundo é porque a gente de góstia muito!!!(pacto de cuspe), e quer vc sempre por perto! Beijokas no seu nariz de batata!!! Te amo!
"Todo mundo precisa ficar só", mesmo não sendo um ilha.
Acho que vc já tinha escrito isso antes de a gente conversar, né?
Pois é, eu só li agora, mas já tinha te falado isso.
Eu tb preciso ficar só...
E queria muuuuito ser uma ilha!
E estou fazendo alguma coisa com relação a isso, estou sendo desaforada de novo, pra vc não esquecer que nós somos bem diferentes em muitas coisas e que vc não é meu professor de filosofia.
Mesmo desaforada eu continuo te amando e sentindo saudade.
Bjo.
Julim, obrigada pelo inteirona, gostei!Olha que você não está só é nada, tamo no teu pé djiereto, através da Internete, seu danadinho! Tô doida pro setembro vier...Aliás, não posso deixar de constatar : você é um conselheiro nato, ein? Internacional,sò! Ademais, te adoro!
Tô postando de novo só pra ver se vai aparecer minha fotinha.
ô julinho, e eu não tô fazendo p.... nenhuma lá em casa, meu nome nem foi citado...cacilda, tô com o maior complexo de ausente...mas tb tô estudando pra caramba e entendendo e-xa-ta-mente a sigla CDF...estou sentindo na pele...tá doendo, vou ter que arrumar uma almofadinha.
olha aqui, a gente te chama além de consertar a resistencia queimada pra te oferecer umas comidas bisuradas que o robert adora te oferecer...e ele sempre quer te chamar à toa, e você que não tem tempo.
bjo e volte sempre mas alguém que resolve uma gambiarra a gente sempre acaba querendo aproveitar um pouquinho, ainda mais em casa que o marido não sabe trocar lÂmpada (esqueci, acho que algumas ele já aprendeu a trocar). e sempre me lembro do dia em que vc ficou de acompanhante no hospitla e eu usei o intestino pela primeira vez. obrigada.
Julim, tô lendo seu blog de trás pra fente, tentando me atualizar, e vou parar por aqui, pq já tá mto tarde e eu tenho que dormir. Mas queria dizer uma coisa: o problema do computador da escolinha era só pq ele não tava autorizado a entrar na rede, já que foi formatado dias após vc ir pra índia (além disso comprei um monitor e um nobreak - só faltou o mouse). O Robson tá resolvendo coisas pq tá desempregado, meio a toa, digamos. A Teresa continua indo lá em casa só pra falar da Mirian, não se iluda. Claro que entre uma Mirian e outra aparece o assunto Julim, que, no momento, é o favorito da mãe, que continua Zé Cândido. Eu continuo a passar correndo pra chegar na escolinha, mas nos sábados vou com mais calma, como sempre foi. A Bárbara continua se matando por um concurso e talvez a Aninha seja a única que de fato está fazendo coisas diferentes, tipo indo almoçar lá em casa de vez em quando. Mas afinal de contas, a culpa é dela, já que ela foi a penúltima a sair e nem foi atrás de um estrangeiro pedir conselhos quanto a isso... (Ah, Aninha!!!)
Mas não se preocupe! Ao voltar (quando entrar setembro...)suas funções estarão te esperando e o pai falando: Julio É-duardo!! Tudo exatamente como sempre foi. O que de fato está mudando disso tudo é o seu olhar. E é o nosso olhar sobre as coisas que as definem para nós. Mudando o olhar, mudam-se as coisas também.
É isso aí! Boa noite pra nós e bom dia pra vc!
PS: a casinha da Marie ainda te aguarda...
Só mais uma coisa: vc devia escrever sempre com essa fonte maior... meus zói agradece!
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