Hoje os seminaristas voltaram pro seminário, que fica láááááááá perto da recepção, no Dairy Circle. Amanhã penso em tirar umas fotos dos lugares, sabe. Aqui é grande, enorme, já atestei. É do tamanho daquela coisa do meio da UFJF, com a praça cívica e o lago. Mas o que faz o complexo todo aqui grande é que é um verdadeiro microcosmo da Índia.
Num mesmo terreno, moram sudras católicos, padres siro-malabares, estudantes estrangeiros (estamos aí), funcionários administrativos... Tem dois bancos, o South Indian Bank e o Catholic Syrian Bank, vários kshaitryas católicos (o Anoop, por exemplo, é o manda chuva da obra toda, o que o coloca nessa posição relativa) que não se acham kshaitryas, mas que não comem carne de vaca por exemplo, não tomam bebida alcoólica, não raspam o bigode... ou seja, identitariamente, se afirmam outro, mas aos olhos do mais outro (eu), são kshaitryas. E outras coisas. Vacas, criação de passarinhos ornamentais (tem umas pombinhas miúdas que são uma graça! Dá até vontade de esculhambar mais com os ecossistemas brasileiros e levar umas), cemitário de cristãos onde se enterram cinzas, uma casa gigante com um brasileiro, outra enorme com um mexicano, e uma casa pequena com 30 trabalhadores da obra (hoje o Pe Thomas, que é historiador e que se ofereceu pra me ajudar na segunda feira me contou que eles são sudras hindus, e eles não querem se contaminar com a nossa heresia cristã, por isso moram amontoados. Além é claro, dos fatores econômicos que levam a isso e não ao aluguel de um hotel cinco estrelas por todos eles.) E as construções são fenomenais e faraônicas, com pés direitos enormes e portas de madeira entalhada, jardins ingleses internos... Uma coisa de doido.
Tem dois campos de futebol, cinco quadras de basquete, uma quadra de vôlei, uma sala de musculação... e os alunos da Universidade são na maioria muito ricos, chegam de carros SUV gigantescos, dirigidos pelo lado errado e com o volante no lado errado.
E ai os seminaristas voltaram, pra habitar o lugar. Dezesseis, todos do primeiro ano de Filosofia indo pro segundo. Um deles nos parou, e contou a vida toda. Os indianos são muito abertos... muito estranho esse negócio. É uma abertura institucionalizada, no entanto. Assuntos tabus são inexistentes, como a dieta, o patriarca que não é patriarca, sexualidade (e nesse ponto, refiro-me a perguntas como "onde moram as freiras?" A resposta é "não sei onde vivem as mulheres, mas nós homens vivemos aqui") e etc. O rapaz, naquele encanto próprio dos alunos de primeiro ano, pediu o email e o telefone, falou que quer mandar email se tiver alguma dúvida, perguntou sobre a língua que se fala no Brasil, o que comem, o que vestem, o que estou fazendo aqui, se jogo futebol, se queria jogar basquete com ele... Uma graça. Adorei o menino. Achei-o assim inocente... pelo menos para os padrões brasileiros, esse seria o adjetivo que melhor caberia. O Marco divertiu-se muito. Ah, sim. Andávamos os dois latinoamericanos pelo campus pra esfriar a cabeça dos artigos - ele também está escrevendo um. Marco é iogue. De manhã, faz ioga. Eu não faço ioga de manhã, e sim a noite. Você pode fazer também, se quiser.
Ioga começa com um alongamento poderoso, depois uma posição confortável. então direcionas o seu Chi aos pés relaxando todas as suas fibras (musculares, nervosas, ósseas [ou o que vc quiser chamar os ossos, porque não são exatamente fibras], articulares, cutâneas, capilares... Sinta o poder da sua força vital relaxando-te. Relaxar é atitude. Então você sobe com o Chi, aos poucos, até chegar à cabeça. Depois de relaxar todo o seu corpo, procura relaxar seu pensamento. Nesse momento, pode tentar algum mantra, alguma frase repetitiva ou jaculatória ou o terço ou seja lá o que for, para esvaziar o pensamento. Concentre-se no que vai repetindo. E, feito isto, contempla (medita) sobre a sua demanda. Se o que deseja é dinheiro, examina o problema do dinheiro, depois o da economia, depois o do símbolo, depois o do valor, depois o da atribuição de valor, depois o da capacidade de atribuir, depois o da capacidade mental, depois o da mente, depois o do pensamento. E, depois, desliga tudo, gozando a sua capacidade de pensar. Quando aprender a fazer isto com freqüência, a sua capacidade de discernimento sobre as coisas, de classificação e saparação das coisas entre si, melhorará. E, depois disto, ela se extinguirá, porque você vai entender que essas separações, em si mesmas, não existem. Teoricamente, ioga e isso. Aquela parafernalha de educação física é o passo número um, entende? A propedêutica para a ioga, que é em si mesma uma propedêutica para o conhecimento, que é o que libera.
E, liberado, e só assim, podemos ser salvos. Quem faz as coisas do mundo pelo mundo não merece o céu. Quem faz as coisas do céu pelo mundo não merece o céu. Quem faz as coisas do céu pelo céu não merece o céu...
Mas quem se liberou da necessidade de produzir mundo ou céu, esse o tem. Vive no mundo, faz as coisas do mundo, mas não pertence a ele. Pertence ao algo a mais, ao céu. Entende que essa separação não existe de maneira fundamentalmente real, pois o dono do céu andou no mundo! Não é louco? Todo mundo quer ir pro céu, mas Deus quis 'sair' de lá.
Meu computador, agora, fica apoiado na Bíblia, que é pra ficar na altura dos olhos. Estava com o pescoço doendo de ter me apoiar. Escrevo em letra 12, ao contrário da tradicional 10 que usei minha vida toda. Estou ficando velho. Já fiquei. Descobri que não sou mais jovem. E nem velho, e nem nada. Sou um envelhecer e um morrer aos poucos. E por conta de um pescoço doído. É o poder de parar para pensar. Ontem a demanda era relaxar o pescoço. E o porque disso, de ter de relaxar o pescoço, é que não sou, mas existo. E existo sendo.
Meu ser está preso ao existente, mas quer ir além dele, quer ir além de tudo, quer perder-se do mundo, experimentando-o ao máximo.
Experimentar o mundo ao máximo não é ir à Índia. A Índia não tem nada de especial a não ser a noção cultural de santidade. A pessoa que me ajudou ontem na rua assim o fez porque culturalmente uma pessoa que não consegue carregar sua sacola pode ser (sempre há essa chance) um deus disfarçado à caça dos bons. Nossa doutrina, nosso ensino que recebemos, a palavra do Mestre, diz que quando visitamos os doentes, a Ele visitamos, e quando visitamos os presos e as prostitutas e os injustiçados e os pequenos...
As pessoas que carregam sacolas estão doentes, porque a sacola as adoece. Tenho prova disso em meu bigodinho de suor, meus braços doloridos e meu dedo dormente. Além dos vincos na pele da mão. A sacola pesada é um tipo de doença! Medite sobre a natureza da sacola de supermercado, sobretudo neste tempo em que ela custa 5 centavos. O carro é a peneira tapando o sol, porque se estiver sozinho, vai ter de carregar tudo pra ele e dele.
A única solução possível para a sacola é a ajuda. A única solução possível para o sozinho é a visita. A única solução possível para a Graça é ser salvo.
Produzir salvação não salva... aceitá-la, sim. Porque toda salvaçào produzida pela gente tem em suas mãos o peso das sacolas e nos pescoços a dor de sustentar a cabeça. Resta apenas assumir que é melhor se liberar da necessidade de produção de benesse e lançar-se ao mundo, experimentando-o ao todo, para extrair dele aquilo que ele é, que é esconderijo do ajudante de carregar sacolas e do fraco que não as pode carregar. Dos dois, gera-se a ajuda, que implode a divisão entre os dois, mas a mantém pela sua própria natureza.
Do mesmo modo, a implosão do dois mora no cemitério onde poderosos e pequenos estão juntos, e na água que vem do mesmo lugar para todos eles, e no ar que todos partilham, e no email e telefone dado. Só a relação entre os diversos é capaz de romper com a solidão do dois...
Posto de outra forma;
Saímos a caminhar.
Ele e eu, sem muito rumo senão o retorno.
Inevitável, sempre, o retorno.
Entre cá e aqui, passamos por lá, demos a volta, achamos novos caminhos e jardins e personagens.
E de volta aqui, me vi lá, mil vezes, revivendo e re-voltando ao mesmo lugar de lá, que é aqui.
Aqui e lá se misturam em mim.
Não sou mais nada a não ser caminho.
Não é que eu nunca tenha carregado sacolas, eu nunca as tinha (e) entendido.
Não é que eu nunca tenha encontrado estranhos, mas nunca os tinha (e) olhado.
Não é que nunca tivesse matado insetos, mas nunca os tinha (e) contemplado em dor.
Como se nunca tivesse andado,
Nunca havia me percebido caminho.
Num mesmo terreno, moram sudras católicos, padres siro-malabares, estudantes estrangeiros (estamos aí), funcionários administrativos... Tem dois bancos, o South Indian Bank e o Catholic Syrian Bank, vários kshaitryas católicos (o Anoop, por exemplo, é o manda chuva da obra toda, o que o coloca nessa posição relativa) que não se acham kshaitryas, mas que não comem carne de vaca por exemplo, não tomam bebida alcoólica, não raspam o bigode... ou seja, identitariamente, se afirmam outro, mas aos olhos do mais outro (eu), são kshaitryas. E outras coisas. Vacas, criação de passarinhos ornamentais (tem umas pombinhas miúdas que são uma graça! Dá até vontade de esculhambar mais com os ecossistemas brasileiros e levar umas), cemitário de cristãos onde se enterram cinzas, uma casa gigante com um brasileiro, outra enorme com um mexicano, e uma casa pequena com 30 trabalhadores da obra (hoje o Pe Thomas, que é historiador e que se ofereceu pra me ajudar na segunda feira me contou que eles são sudras hindus, e eles não querem se contaminar com a nossa heresia cristã, por isso moram amontoados. Além é claro, dos fatores econômicos que levam a isso e não ao aluguel de um hotel cinco estrelas por todos eles.) E as construções são fenomenais e faraônicas, com pés direitos enormes e portas de madeira entalhada, jardins ingleses internos... Uma coisa de doido.
Tem dois campos de futebol, cinco quadras de basquete, uma quadra de vôlei, uma sala de musculação... e os alunos da Universidade são na maioria muito ricos, chegam de carros SUV gigantescos, dirigidos pelo lado errado e com o volante no lado errado.
E ai os seminaristas voltaram, pra habitar o lugar. Dezesseis, todos do primeiro ano de Filosofia indo pro segundo. Um deles nos parou, e contou a vida toda. Os indianos são muito abertos... muito estranho esse negócio. É uma abertura institucionalizada, no entanto. Assuntos tabus são inexistentes, como a dieta, o patriarca que não é patriarca, sexualidade (e nesse ponto, refiro-me a perguntas como "onde moram as freiras?" A resposta é "não sei onde vivem as mulheres, mas nós homens vivemos aqui") e etc. O rapaz, naquele encanto próprio dos alunos de primeiro ano, pediu o email e o telefone, falou que quer mandar email se tiver alguma dúvida, perguntou sobre a língua que se fala no Brasil, o que comem, o que vestem, o que estou fazendo aqui, se jogo futebol, se queria jogar basquete com ele... Uma graça. Adorei o menino. Achei-o assim inocente... pelo menos para os padrões brasileiros, esse seria o adjetivo que melhor caberia. O Marco divertiu-se muito. Ah, sim. Andávamos os dois latinoamericanos pelo campus pra esfriar a cabeça dos artigos - ele também está escrevendo um. Marco é iogue. De manhã, faz ioga. Eu não faço ioga de manhã, e sim a noite. Você pode fazer também, se quiser.
Ioga começa com um alongamento poderoso, depois uma posição confortável. então direcionas o seu Chi aos pés relaxando todas as suas fibras (musculares, nervosas, ósseas [ou o que vc quiser chamar os ossos, porque não são exatamente fibras], articulares, cutâneas, capilares... Sinta o poder da sua força vital relaxando-te. Relaxar é atitude. Então você sobe com o Chi, aos poucos, até chegar à cabeça. Depois de relaxar todo o seu corpo, procura relaxar seu pensamento. Nesse momento, pode tentar algum mantra, alguma frase repetitiva ou jaculatória ou o terço ou seja lá o que for, para esvaziar o pensamento. Concentre-se no que vai repetindo. E, feito isto, contempla (medita) sobre a sua demanda. Se o que deseja é dinheiro, examina o problema do dinheiro, depois o da economia, depois o do símbolo, depois o do valor, depois o da atribuição de valor, depois o da capacidade de atribuir, depois o da capacidade mental, depois o da mente, depois o do pensamento. E, depois, desliga tudo, gozando a sua capacidade de pensar. Quando aprender a fazer isto com freqüência, a sua capacidade de discernimento sobre as coisas, de classificação e saparação das coisas entre si, melhorará. E, depois disto, ela se extinguirá, porque você vai entender que essas separações, em si mesmas, não existem. Teoricamente, ioga e isso. Aquela parafernalha de educação física é o passo número um, entende? A propedêutica para a ioga, que é em si mesma uma propedêutica para o conhecimento, que é o que libera.
E, liberado, e só assim, podemos ser salvos. Quem faz as coisas do mundo pelo mundo não merece o céu. Quem faz as coisas do céu pelo mundo não merece o céu. Quem faz as coisas do céu pelo céu não merece o céu...
Mas quem se liberou da necessidade de produzir mundo ou céu, esse o tem. Vive no mundo, faz as coisas do mundo, mas não pertence a ele. Pertence ao algo a mais, ao céu. Entende que essa separação não existe de maneira fundamentalmente real, pois o dono do céu andou no mundo! Não é louco? Todo mundo quer ir pro céu, mas Deus quis 'sair' de lá.
Meu computador, agora, fica apoiado na Bíblia, que é pra ficar na altura dos olhos. Estava com o pescoço doendo de ter me apoiar. Escrevo em letra 12, ao contrário da tradicional 10 que usei minha vida toda. Estou ficando velho. Já fiquei. Descobri que não sou mais jovem. E nem velho, e nem nada. Sou um envelhecer e um morrer aos poucos. E por conta de um pescoço doído. É o poder de parar para pensar. Ontem a demanda era relaxar o pescoço. E o porque disso, de ter de relaxar o pescoço, é que não sou, mas existo. E existo sendo.
Meu ser está preso ao existente, mas quer ir além dele, quer ir além de tudo, quer perder-se do mundo, experimentando-o ao máximo.
Experimentar o mundo ao máximo não é ir à Índia. A Índia não tem nada de especial a não ser a noção cultural de santidade. A pessoa que me ajudou ontem na rua assim o fez porque culturalmente uma pessoa que não consegue carregar sua sacola pode ser (sempre há essa chance) um deus disfarçado à caça dos bons. Nossa doutrina, nosso ensino que recebemos, a palavra do Mestre, diz que quando visitamos os doentes, a Ele visitamos, e quando visitamos os presos e as prostitutas e os injustiçados e os pequenos...
As pessoas que carregam sacolas estão doentes, porque a sacola as adoece. Tenho prova disso em meu bigodinho de suor, meus braços doloridos e meu dedo dormente. Além dos vincos na pele da mão. A sacola pesada é um tipo de doença! Medite sobre a natureza da sacola de supermercado, sobretudo neste tempo em que ela custa 5 centavos. O carro é a peneira tapando o sol, porque se estiver sozinho, vai ter de carregar tudo pra ele e dele.
A única solução possível para a sacola é a ajuda. A única solução possível para o sozinho é a visita. A única solução possível para a Graça é ser salvo.
Produzir salvação não salva... aceitá-la, sim. Porque toda salvaçào produzida pela gente tem em suas mãos o peso das sacolas e nos pescoços a dor de sustentar a cabeça. Resta apenas assumir que é melhor se liberar da necessidade de produção de benesse e lançar-se ao mundo, experimentando-o ao todo, para extrair dele aquilo que ele é, que é esconderijo do ajudante de carregar sacolas e do fraco que não as pode carregar. Dos dois, gera-se a ajuda, que implode a divisão entre os dois, mas a mantém pela sua própria natureza.
Do mesmo modo, a implosão do dois mora no cemitério onde poderosos e pequenos estão juntos, e na água que vem do mesmo lugar para todos eles, e no ar que todos partilham, e no email e telefone dado. Só a relação entre os diversos é capaz de romper com a solidão do dois...
Posto de outra forma;
Saímos a caminhar.
Ele e eu, sem muito rumo senão o retorno.
Inevitável, sempre, o retorno.
Entre cá e aqui, passamos por lá, demos a volta, achamos novos caminhos e jardins e personagens.
E de volta aqui, me vi lá, mil vezes, revivendo e re-voltando ao mesmo lugar de lá, que é aqui.
Aqui e lá se misturam em mim.
Não sou mais nada a não ser caminho.
Não é que eu nunca tenha carregado sacolas, eu nunca as tinha (e) entendido.
Não é que eu nunca tenha encontrado estranhos, mas nunca os tinha (e) olhado.
Não é que nunca tivesse matado insetos, mas nunca os tinha (e) contemplado em dor.
Como se nunca tivesse andado,
Nunca havia me percebido caminho.
5 comments:
julim: vc planeja visitar cidades como bombain e nova dehli?
e: tô com pena dos seminaristas e do sebastião daí e principalmente do pessoal vivendo amontoado. mas muito com mais pena eu estou das crianças te pedindo bala e das crianças da beira aqui. e com raiva desse processo lento aqui de adoção porque a uma hora dessas o henrique precisando de um amigo pra brincar e meu filho por aí pedindo bala amontoado. bjos
o outro comment eu deletei porque postei 2 iguais sem querer. e eles foram parar na página principal, então conserta aí, julim, rolices de uma doninha...
É, Julim! Esta sacola mudou sua vida, hein?
Digo isso porque há sacolas por toda parte, e todos nós as carregamos todos os dias, como vc também já carregou aqui em JF. Mas aí vc viu a situação de um modo diferente, tanto a sacola, como a ajuda, como a si mesmo, enfim... Muitos de nós também já recebemos ajuda de outros, e tal e coisa, e coisa e tal, mas na correria do dia-a-dia, na rotina/hábito/vício de reclamar da vida, de ver sem enxergar, fica difícil/impossível "ler nas entrelinhas".
Por isso te digo que esta viagem está mudando sua vida. E não porque vc foi parar aí na Índia, não... falo da viagem interior, que pode nos acontecer em qualquer lugar!
Fica aí um convite para todos nós.
Oi, Aninha! Essa é pra vc: Quer viajar comigo? Acho que já dei umas duas voltas ao redor do mundo...rsrsr
Ah, como me compadeco do meu sobrinho, a quem todos ja geramos, Barbara! Eh a mais pura e cristalina verdade. Deus queira que ele ao menos ganhe as balas.
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