Depois de procurar por 5 dias, achei! achei um colchonete de ar.
Na verdade, achei também o colchão, só que só tinha queen size. Então comprei o colchonete mesmo.
Estou muito satisfeito com o colchonete mesmo, porque em tempo de guerra, urubu vira frango...
Está tudo preparado para a Parusia do Carloto.
E então a loucura de conhecer a Índia... que legal que serará.
À parte disto, tenho refletido muito sobre a natureza da Internet e do computador.
São coisas excelentes. Eram coisas boas, na década de 1980.
Mas melhoraram.
E, como diz o ditado, "se melhorar, estraga".
Viraram excelentes ferramentas muito potentes em favor da improdutividade... hahahaha!!
Se quiser, a pessoa aprende uma língua pela Internet.
E, se não prestar atenção, e for cinéfilo, vê filmes pelo youtube o dia todo.
É uma faca de dois legumes!!!
Não cheguei à conclusão sozinho não... estávamos conversando sobre isso Marco e eu.
Há 14 anos, mandava um email pra alguém e aguardava uns três dias pra entrar na Internet de novo.
Hoje, entra toda hora e fica assim, ao final do dia:
"Porque fulano não me responde esse email NUNCA!!!!???", sendo que mandaste pela manhã.
E enquanto fica na tensão pós moderna do imediatismo da resposta, se entrega ao relaxamento pós moderno da improdutividade, e fica alheio à realidade da vida!
Começa a pessoa a achar que o arroz é uma coisa que vem do mercado, porque nunca saiu de casa e deu um passeio de fusca para ver campos de arroz... e como os agricultores plantam, depois arrancam todos os pezinhos e os vão espalhando espaçados. Bem, pelo menos é assim por esses lados de cá.
Viramos imediatistas. Nossa comida fica pronta em três minutos, e 5 segundos entre clicar e a página de internet abrir é tempo demais e só pode ser sinal de que o computador tem vírus.
Sendo que, para que uma página abra rápido, precisa-se de uns 150kbps. E para telefonar pelo skype, 10 são suficientes. A comunicação verbal, o contato mais íntimo, exige muito menos.
Mas estressamos os meios de produção para conseguirmos máquinas que sejam muito eficientes e rápidas e n sei o que para... sentarmos diante delas e não fazer nada.
Fugere Urbem!
Na verdade, achei também o colchão, só que só tinha queen size. Então comprei o colchonete mesmo.
Estou muito satisfeito com o colchonete mesmo, porque em tempo de guerra, urubu vira frango...
Está tudo preparado para a Parusia do Carloto.
E então a loucura de conhecer a Índia... que legal que serará.
À parte disto, tenho refletido muito sobre a natureza da Internet e do computador.
São coisas excelentes. Eram coisas boas, na década de 1980.
Mas melhoraram.
E, como diz o ditado, "se melhorar, estraga".
Viraram excelentes ferramentas muito potentes em favor da improdutividade... hahahaha!!
Se quiser, a pessoa aprende uma língua pela Internet.
E, se não prestar atenção, e for cinéfilo, vê filmes pelo youtube o dia todo.
É uma faca de dois legumes!!!
Não cheguei à conclusão sozinho não... estávamos conversando sobre isso Marco e eu.
Há 14 anos, mandava um email pra alguém e aguardava uns três dias pra entrar na Internet de novo.
Hoje, entra toda hora e fica assim, ao final do dia:
"Porque fulano não me responde esse email NUNCA!!!!???", sendo que mandaste pela manhã.
E enquanto fica na tensão pós moderna do imediatismo da resposta, se entrega ao relaxamento pós moderno da improdutividade, e fica alheio à realidade da vida!
Começa a pessoa a achar que o arroz é uma coisa que vem do mercado, porque nunca saiu de casa e deu um passeio de fusca para ver campos de arroz... e como os agricultores plantam, depois arrancam todos os pezinhos e os vão espalhando espaçados. Bem, pelo menos é assim por esses lados de cá.
Viramos imediatistas. Nossa comida fica pronta em três minutos, e 5 segundos entre clicar e a página de internet abrir é tempo demais e só pode ser sinal de que o computador tem vírus.
Sendo que, para que uma página abra rápido, precisa-se de uns 150kbps. E para telefonar pelo skype, 10 são suficientes. A comunicação verbal, o contato mais íntimo, exige muito menos.
Mas estressamos os meios de produção para conseguirmos máquinas que sejam muito eficientes e rápidas e n sei o que para... sentarmos diante delas e não fazer nada.
Fugere Urbem!
2 comments:
Hoje li seu blogue para o ´pai e ele falou: Fílósofo!
Pois é, filho de peixe peixinho é, né?
Estou adorando tudo isso!
Beijos saudosos.
OI, Julim! Acabei de comentar sobre isso com um amigo aqui na net. Então achei que vc pode gostar do que ele disse:
Vida e Civilização “on line”
Independente de pertencermos a geração x, y, z ou a qualquer outra classificação, quem nunca passou pela experiência, por escolha pessoal ou compulsória de estar “off line” de toda essa conectividade mundial e não se sentiu um pouco atordoado, perdido ou impossibilitado de realizar uma série de tarefas e diversas coisas em função de uma desconexão.
Não é tão fácil tentar descrever isso para as gerações que nasceram mais no início do século passado, mas a sensação no ar é de certa maneira bem parecida com aquela que nossos avós e bisavós experimentaram quando a luz elétrica das cidades era interrompida por horas ou mesmo dias. Nessas ocasiões, eles que haviam se acostumado a viver sem as lamparinas, as luzes de velas, e seus motores manuais tinham que abruptamente alterar suas novas rotinas e voltarem a um tempo anterior.
Black out no sistema, queda do sistema, colapso na internet, caos na rede, morte “on line”, catalepsia digital, e tantas outras expressões podemos usar para definir situação de ruptura funcional das conexões que estabelecemos hoje. Só uma coisa não podemos deixar de convergir em nossa compreensão; nunca em toda nossa história tivemos tão dependentes das redes digitais para organizar nossas vidas e nossa sociedade atual. Bancos, aeroportos, trânsito, hospitais, escolas, alfândegas, comércio, serviços, relações de toda ordem entre pessoas, instituições, empresas etc, etc. entram em colapso.
A nossa experiência de uso da energia elétrica já vem nos apontando para esses riscos de desorganização e desordem social há muito tempo. A sociedade pós moderna, no entanto parece pouco preocupada com isso. Ou por outra, não quer muito pensar a esse respeito e encontrar soluções alternativas mais rápidas para evitar problemas. O capitalismo não pensa nisso como ganho e sim como investimento sem retornor pelo seu pensar imediatista de sobrevivência. Não faz muito tempo, a cidade de Quebec no Canadá sofreu um black out total em função das forças magnéticas da aurora boreal. A cidade parou. A vida urbana se desorganizou.
A eletricidade e as redes de informações digitais podem tranquilamente ser comparadas ao sistema neurológico humano. Qualquer interrupção no fornecimento altera a funcionalidade do organismo. E o que é mais grave, as redes neuronais de informação e comunição ficaram mais complexas e qualquer pequeno “AVC” é capaz de gerar complicações sérias em todo o conjunto. Somadas, energia elétrica e redes digitais respondem hoje pela extensão do raciocínio cerebral humano e de suas capacidades organizacionais de viver em civilidade.
Só não podemos nos esquecer, de estarmos preparados para a qualquer momento se tudo falhar... mantermos o equilíbrio, a paz e a felicidade que dependem exclusivamente de nossa energia pessoal e nosso astral. Estamos prontos? Podemos comutar a chave geral do sistema de “on” para o “off”. As ocorrências no extremo norte do planeta têm revelado o nosso despreparo. Uma saída, seria a busca por múltiplos centros de produção da eletricidade através de geração solar e outra, a manutenção de sinapses secundárias locais para as redes digitais hoje muito globalizadas. Problemas globais, com soluções locais. Problemas locais, com soluções globais.
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É isso, aí respondi que as respostas estão no nosso interior, que do nosso coração pode sair a solução pra todos os problemas.
Um beijo no seu coração!
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