Hojas pessoa voltaro praula delas manhã.
Quibõ, purquê onditarde eu dei um passei pelo campus e notei que assala tava seno pintada, os passei, os poste.
Tudo pra recebê os pessoal de volta. Inda bem quêles viero, sinão ia sê serviço perdido.
Num conteceu nada de muito diferentchoje não, só os di sempre mesmo.
Dipois dí na missa na igreja de Santantônio, candeucheguei aqui ovi um pessoal cantano.
Foi assim logo depoisdientrá im casa memo, tomaticamente.
Saí caçano donde vinha quela canturia, e achei os pessoal do rito Malankara na missa deils.
Aí fui na missa traveiz, né!
Tudo cantado, du comecim téo final. Bunito dimaisss!
Num tendi nada, claro. Missa solene é em Malayalam, né, sô.
Mas foi um dos trem mair bunito quieu vi aqui té agora.
Nu finalzim, todo mundo fica quétim meditano um cado. Uns 10 minuto, todo mundo sentado no chão igual indiano.
Ó... qui é a Índia... vaivê é purcausdisso, eils nem tava fingino. Eu quais qui fingi. Mais na vedade cabei entrano na onda da geral.
E resolvi dscrevê hoje desse jeito assim minero.
Quaizum dialeto! Si fô pensá, a gente bem fala duas língua o tempo todo no Brasil! Somos tudo poliglota.
Fica gozado dimais scrito igual a gentch fala, nénão?
Mais esses trem scrito tudassim trapaiado tem razão de sê:
É que pra quem conhece, pouco importam as palavras.
Elas dizem tudo, e ao mesmo tempo não dizem nada.
Por isso, a missa onde eu não entendi nada me disse mais que a que eu entendi tudo.
E desejo do fundo de mim que todos nós e cada um nos percamos, cada dia mais, dos nossos significantes.
E fiquemos só com o significado.
E que a gente entenda: algumas coisas são pra falar. Outras, pra escrever.
E a maioria, pra conhecer.
Quibõ, purquê onditarde eu dei um passei pelo campus e notei que assala tava seno pintada, os passei, os poste.
Tudo pra recebê os pessoal de volta. Inda bem quêles viero, sinão ia sê serviço perdido.
Num conteceu nada de muito diferentchoje não, só os di sempre mesmo.
Dipois dí na missa na igreja de Santantônio, candeucheguei aqui ovi um pessoal cantano.
Foi assim logo depoisdientrá im casa memo, tomaticamente.
Saí caçano donde vinha quela canturia, e achei os pessoal do rito Malankara na missa deils.
Aí fui na missa traveiz, né!
Tudo cantado, du comecim téo final. Bunito dimaisss!
Num tendi nada, claro. Missa solene é em Malayalam, né, sô.
Mas foi um dos trem mair bunito quieu vi aqui té agora.
Nu finalzim, todo mundo fica quétim meditano um cado. Uns 10 minuto, todo mundo sentado no chão igual indiano.
Ó... qui é a Índia... vaivê é purcausdisso, eils nem tava fingino. Eu quais qui fingi. Mais na vedade cabei entrano na onda da geral.
E resolvi dscrevê hoje desse jeito assim minero.
Quaizum dialeto! Si fô pensá, a gente bem fala duas língua o tempo todo no Brasil! Somos tudo poliglota.
Fica gozado dimais scrito igual a gentch fala, nénão?
Mais esses trem scrito tudassim trapaiado tem razão de sê:
É que pra quem conhece, pouco importam as palavras.
Elas dizem tudo, e ao mesmo tempo não dizem nada.
Por isso, a missa onde eu não entendi nada me disse mais que a que eu entendi tudo.
E desejo do fundo de mim que todos nós e cada um nos percamos, cada dia mais, dos nossos significantes.
E fiquemos só com o significado.
E que a gente entenda: algumas coisas são pra falar. Outras, pra escrever.
E a maioria, pra conhecer.
3 comments:
Quem iria adorar ler isso é a minha colega, pedagoga, danada pra defender a inutilidade de se corrigir erros de Português enquanto a criança está descobrindo a escrita.Não é que ela acaba tendo um pouco de razão?Imagine!
Significante... significado... coisa de Saussure, mas também de Lacan! Quem diria, vc tão lacaniano e nem sabia! hahaha. Trabalho do analista: "ajudar" o analisando a deslizar pela cadeia significante. Viu... nem é tão complicado assim! rsrsrs... Beijos, querido.
... e outras coisas não são nem pra se falar, nem pra se conhecer, nem pra se aprender... apenas pra se viver!
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