Hoje eu acordei, fui na missa em português, conversei com o padre, que até quis me emprestar um livro sobre o Padroado Régio, mas na verdade era do Patriarcado do Oriente, uma coisa que eu sinceramente nem sei o que é, porque é algo mais recente que o século XVII.
Depois, fui na Velha Goa, visitar uns lugares, depois à praia!
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| Basílica de Bom Jesus, bem veiona. 1500 e qualquer coisa. |
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Imagem que chama a atenção, assim se se entra na Basílica. Muito diferente de tudo que eu já vi, parece representar Moisés dando a Lei, mas também parece com o Aristóteles no quadro "Academia de Atenas". Sinceramente, não sei quem representa.
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Vista da Nave Central da Basílica. Eu tenho uma sequencia dessa pra cada igreja que eu fui, mas não vou postar tudo porque senão fica monótono. A sequência é: Fachada, Nave, Altar Mor, Naves Laterais (Quando há), imagens e inscrições interessantes.
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| Altar-Mor |
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| Altar Lateral. No alto dele, em um caixão de cristal, o corpo incorrupto do São Francisco Xavier. É algo parecido com uma múmia, mas a coloração é de gente viva e a textura ao toque, idem. Sei lá o que é isso. Muitos chamam de milagre. |
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| Crucifixo dentro da sacristia. Não sei se podia entrar na Sacristia, mas ninguém me segurou. |
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| Aparentemente, o primeiro esquife, aberto, onde ficava o corpo do S Francisco. O que torna a história da incorrupção do corpo ainda mais difícil de entender. |
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| Do alto desta colina, um rapazim no século XVI, em 1510, assistiu a reconquista de Goa, que tinha sido tomada pelo reino vizinho... |
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| Ele ficou tão feliz que mandou construir essa igreja pra Nossa Senhora do Rosário. Será que ele ficou rezando o terço enquanto o pau comia lá embaixo? O nome do rapazim era Afonso de Albuquerque. |
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| Uma parte meio triste! Em 1893, as ordens foram expulsas de Goa Velha, e o Governo inclusive ordenou a demolição do Monastério dos Agostinianos. A História de Goa é cheia de expulsões de Ordens. Expulsaram primeiro os Jesuítas, nos tempos do Marqués de Pombal, dali em diante virou moda. |
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| Catedral de Goa. Bacana, né? Tem uma torre só... Não entrei porque tinha um povo rezando. Já pensou que coisa terrível avacalhar a reza alheia? |
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| O Mar da Arábia, na praia de Miramar, em Panjim, onde fica o hotel. Panjim é a Nova Capital, erigida no século XIX como tal (a cidade é bem mais antiga) para tirar de Goa Velha todo mundo se possível. Goa Velha, nos séculos XVI e XVII, tinha mais gente que em Lisboa, e era conhecida como "Roma do Oriente". Mas o caso é que um péssimo planejamento urbano e saneamento deficiente causavam surtos de cólera e malária. Por fim o Governo Português perdeu a paciência e se transferiu pra Panjim. Por isto, talvez, expulsou as ordens, pra diminuir a população. Goa Velha, sinceramente, parece uma cidade fantasma! Mas Panjim não. Tem até a praia! Onde o pessoal nada de camisa e bermuda, razão pela qual não nadei é nada e fiquei conversando com Fejat e Pauline, um casal de franceses que pensou que eu fosse indiano. Já tô acostumado. |
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Quando deu 6 horas, caminhei pela calçada de Miramar de volta ao Centro de Panjim. Uns 45 minutos de caminhada, em uma das calçadas da única, até agora, cidade indiana que tem calçadas.
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Pronto. Cê quer mesmo que eu escreva alguma coisa?
2 comments:
Adorei as fotos! Eu hein, que coisa mais esquisita ir à praia de roupa...deve ficar um mele só... bj
Caraca! Quanta aventura! Como vc consegue suportar isso?
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