E aí?
De ontem pra hoje, não dormi muito bem. Pode ter sido o café na hora de dormir, pode ter sido sei lá o que.
O caso é que hoje estou meio zumbi, meio querendo dormir mas não podendo. Fui no mercado e comprei um tupperware gigante, tipo uma caixa, pra guardar as coisas dentro. Achei necessário.
E acertei na mosca. Ou melhor, na barata.
Mal coloquei tudo lá dentro e liguei meu protector na parede, deitei um pouco, pra ver se dormia um tiquinho muito embora a bateção de marreta em tudo que é parede do prédio.
Dormi nada... e de repente ouvi um barulhinho. Levantei e olhei pro travesseiro, e lá estava ela... o terror tropical... a cucaracha! Uma barata de proporções ituanas. Levantei em 25 milésimos de segundo, invocando a profissão mais antiga da terra, sobre a qual poetizei tão belamente antes deste ocorrido. Lasquei-lhe o sprayzinho de citronela que comprei, de repelente. Ela ficou tonta, tonta, tonta. Mas nada de morrer. Peguei o desodorante e um isqueiro e tchaaaaaaaaaaaa!!! Maçariquei-a ao óbito.
Então pus-me a refletir sobre o ocorrido e decidi vedar tudo que é buraco que existisse no apartamento. Fiz umas buchas de papel higiênico e enfiei nos buraquinhos de tijolos (saídas de ventilação mesmo, perto do teto, de tijolos colocados na horizontal nesta intenção), que foram colocados lá com o objetivo de atrair a fauna artrópode para dentro dos apartamentos.
E fucei o apartamento inteiro, procurando ocos. Achei-os no banheiro. A porta é de plástico, e é oca por dentro. Soquei de todo jeito aquele trem, e acabei descobrindo outra amiga. Matei-a com aplicação direta de energia cinética, ou seja, uma pisada fenomenal.
Não sei se elas entraram aqui pelos buraquinhos que eu vedei, mas sei que não há outros buracos e nem lugares pra esconder. Por isso, fui lá pra fora ver pra onde dava o poço de ventilação.
Enquanto estava lá fora olhando com ar inquisitivo, um padre se aproximou e perguntou o que eu tava fazendo. Disse que achei uma barata, e ele pareceu envergonhado. Eu o tranquilizei, pra não ficar chato, dizendo: "Calma, no Brasil também tem baratas" e, assim que ele notou que sou um cara tranquilo, emendei: "mas é obvio que não são os meus bichos de estimação preferidos". Ele foi pro quarto dele, e por sorte imensa apareceu o síndico da parada aqui, que se chama Anoop. Provavelmente, parente do Snoop.
Ele trouxe um sprayzinho que promete matar "even hidden coucrages" e espalhou pelo quarto. Eu quase aceitei. Tive que ficar meia hora fora do quarto, e quando voltei não tinha nada no chão.
Pra ajudar bastante, a companhia resolveu trocar os fios de alta tensão, e tava tudo sem energia. Falei com o Marco que encontrei "cucarachas", e ele disse na maior calma: "é, tem mesmo. Na minha cozinha não tem, só no banheiro. Já achei três." Não sei se ele sabe que baratas voam e andam, e podem chegar à cozinha, mas enfim...
Não me admira que tenha encontrado baratas, dada a quantidade absurda de lixo nas ruas e ao farto de eu estar no meio de um campus todo ajardinado. Saí pra ver se achava um k-othrine da vida em algum lugar pra dar uma guaribada da boa aqui...
Na saída, encontrei uma freira, perguntei-lhe com o que se viram cá por essas bandas, e ela disse que era um giz. Aquele famoso giz mágico chinês, tão ligados? E um padre estava saindo pra cortar cabelo na hora, ficou sabendo o que era e me falou para acompanhá-lo, que ele sabia onde tinha.
Na farmácia. Isso mesmo, na farmácia vende-se o tal giz. E num mercadinho ali perto, um troço tipo um baygon, mas que dura por um mês. Nada de k-othrines. Como o que tem é esse, comprei o giz e o spray e voltei pra casa. No caminho, comprei um guarda-chuva, porque começou a chover as 15:30 e não parou mais. Quando cheguei de volta, as 18:00, contei corpos. Cinco amiguinhas jaziam no chão.
Como para cada uma que se vê existem 10 que não foram ainda vistas, isto me dá 50 baratas nas redondezas. O caso é que o prédio é construído com os banheiros ligados a um duto de ventilação que corre o prédio todo. Ou seja, uma coisa porca, de onde vêm as baratas de um apartamento pro outro passeando e variando o cardápio de privada em privada e de cozinha em cozinha.
Vedei o raio do duto de ventilação com um durex de correio, cinco camadas. Feito isto, desliguei os ventiladores e exatamente agora estou espirrando o negócio que dura um mês pelo apartamento todo, empesteando geral. Espero não contar mais corpos pela manhã. Se contar, vou chamar o Snoop de novo e dizer "colé?"
Curiosamente, disse ao Marco que tenho mata cucarachas e ofereci, mas ele não quer. Prefere as baratas aos efeitos danosos do inseticida, ele diz.
A força, que havia voltado, caiu de novo. Todo dia cai.
Assim vou sair por uma hora, esperando o efeito do inseticida, e a próxima linha será depois disto feito. Tenho esperança de a luz voltar neste intervalo...
A luz voltou!! Fiquei no apartamento do Marco durante a uma hora, e para o alivio geral da nação, não há mais corpos. Conversamos sobre a filha dele, que é bailarina, sobre a Gisele, sobre casamento. Ele é divorciado, e me recomenda de não casar sem ter absoluta certeza. Ë possível que ele tenha sofrido com o sofrimento da ex-mulher e filha e tudo o mais, né? Falei com ele que a Índia é linda, mas ainda me faz mal.
Me faz mal de um jeito bom, porque me põe a pensar sobre muita coisa. Como pode ser algumas coisas? Acabei descobrindo com o padre que me levou a passear até o cabelereiro que estes apartamentos onde estamos são pra pesquisadores, e são assim grandes para que possam vir com suas famílias. Bem, bem. Mas ocorre que moram em apartamentos como este, ou menores, famílias inteiras de sudras e dalits, e neste predio aqui onde estou. Faz-me mal pensar a respeito, mas eles (os sudras) parecem não pensar assim. Sentem-se honrados, talvez (estou especulando) só de dividir a mesma vizinhança. Curvam-se diante de mim, que por mim só andava descalço, que o terreno onde eles pisam é sagrado. A um deles, um velhinho simpático, disse eu que ele é o mais sábio de todos no campus. Ele se surpeendeu, e disse "eu? mas como?" E eu lhe expliquei. Você criou seus filhos, você deve ter passado fome e necessidade por eles, você os sustenta com o seu suor. Você entende o que é uma casa. Os padres casam os outros, mas nunca poderão entender isto. Você é o mais sábio porque sabe do que a vida é feita. Os olhos dele ficaram luzidios. Nunca se havia percebido sábio, talvez.
Perdi o dia todo arrumando, limpando, dedetizando a casa. Já está marcada a próxima aplicação de veneno: 25 de maio. É a vida, né? Barato, mas com baratas.
Choro de pensar no meu Amor, que se esconde de uma maneira tão profunda nos olhos destes terrenos sagrados que me cercam, sejam os padres, sejam os servos, seja o Marco, sejam as baratas ou o inseticida, sejam vocês, sejam os pernilongos ou o cabelereiro ou o moço que me vendeu a fita adesiva, que disse ter vindo do Rajastão e ter viajado por cinco dias de camelo para chegar a estação de trem ou algo parecido. Não entendi direito, porque foi em hindi... Mrr mrr é pesado. rrrt é direita. mayerdae é pare... poucas coisas sei em Kannada, mas pelo menos sei o Namaskará, ao qual as pessoas sempre respondem com satisfação.
"Me curvo diante de ti porque em ti reconheço uma fagulha do Divino". Namaskará.
A vocês todos, neste finalzinho de dia cheio de leves decepções, muito cansaço e a alegria de me perceber mais íntimo do Mais Íntimo que minha própria respiração, Namaskará. Estejam vazios.
De ontem pra hoje, não dormi muito bem. Pode ter sido o café na hora de dormir, pode ter sido sei lá o que.
O caso é que hoje estou meio zumbi, meio querendo dormir mas não podendo. Fui no mercado e comprei um tupperware gigante, tipo uma caixa, pra guardar as coisas dentro. Achei necessário.
E acertei na mosca. Ou melhor, na barata.
Mal coloquei tudo lá dentro e liguei meu protector na parede, deitei um pouco, pra ver se dormia um tiquinho muito embora a bateção de marreta em tudo que é parede do prédio.
Dormi nada... e de repente ouvi um barulhinho. Levantei e olhei pro travesseiro, e lá estava ela... o terror tropical... a cucaracha! Uma barata de proporções ituanas. Levantei em 25 milésimos de segundo, invocando a profissão mais antiga da terra, sobre a qual poetizei tão belamente antes deste ocorrido. Lasquei-lhe o sprayzinho de citronela que comprei, de repelente. Ela ficou tonta, tonta, tonta. Mas nada de morrer. Peguei o desodorante e um isqueiro e tchaaaaaaaaaaaa!!! Maçariquei-a ao óbito.
Então pus-me a refletir sobre o ocorrido e decidi vedar tudo que é buraco que existisse no apartamento. Fiz umas buchas de papel higiênico e enfiei nos buraquinhos de tijolos (saídas de ventilação mesmo, perto do teto, de tijolos colocados na horizontal nesta intenção), que foram colocados lá com o objetivo de atrair a fauna artrópode para dentro dos apartamentos.
E fucei o apartamento inteiro, procurando ocos. Achei-os no banheiro. A porta é de plástico, e é oca por dentro. Soquei de todo jeito aquele trem, e acabei descobrindo outra amiga. Matei-a com aplicação direta de energia cinética, ou seja, uma pisada fenomenal.
Não sei se elas entraram aqui pelos buraquinhos que eu vedei, mas sei que não há outros buracos e nem lugares pra esconder. Por isso, fui lá pra fora ver pra onde dava o poço de ventilação.
Enquanto estava lá fora olhando com ar inquisitivo, um padre se aproximou e perguntou o que eu tava fazendo. Disse que achei uma barata, e ele pareceu envergonhado. Eu o tranquilizei, pra não ficar chato, dizendo: "Calma, no Brasil também tem baratas" e, assim que ele notou que sou um cara tranquilo, emendei: "mas é obvio que não são os meus bichos de estimação preferidos". Ele foi pro quarto dele, e por sorte imensa apareceu o síndico da parada aqui, que se chama Anoop. Provavelmente, parente do Snoop.
Ele trouxe um sprayzinho que promete matar "even hidden coucrages" e espalhou pelo quarto. Eu quase aceitei. Tive que ficar meia hora fora do quarto, e quando voltei não tinha nada no chão.
Pra ajudar bastante, a companhia resolveu trocar os fios de alta tensão, e tava tudo sem energia. Falei com o Marco que encontrei "cucarachas", e ele disse na maior calma: "é, tem mesmo. Na minha cozinha não tem, só no banheiro. Já achei três." Não sei se ele sabe que baratas voam e andam, e podem chegar à cozinha, mas enfim...
Não me admira que tenha encontrado baratas, dada a quantidade absurda de lixo nas ruas e ao farto de eu estar no meio de um campus todo ajardinado. Saí pra ver se achava um k-othrine da vida em algum lugar pra dar uma guaribada da boa aqui...
Na saída, encontrei uma freira, perguntei-lhe com o que se viram cá por essas bandas, e ela disse que era um giz. Aquele famoso giz mágico chinês, tão ligados? E um padre estava saindo pra cortar cabelo na hora, ficou sabendo o que era e me falou para acompanhá-lo, que ele sabia onde tinha.
Na farmácia. Isso mesmo, na farmácia vende-se o tal giz. E num mercadinho ali perto, um troço tipo um baygon, mas que dura por um mês. Nada de k-othrines. Como o que tem é esse, comprei o giz e o spray e voltei pra casa. No caminho, comprei um guarda-chuva, porque começou a chover as 15:30 e não parou mais. Quando cheguei de volta, as 18:00, contei corpos. Cinco amiguinhas jaziam no chão.
Como para cada uma que se vê existem 10 que não foram ainda vistas, isto me dá 50 baratas nas redondezas. O caso é que o prédio é construído com os banheiros ligados a um duto de ventilação que corre o prédio todo. Ou seja, uma coisa porca, de onde vêm as baratas de um apartamento pro outro passeando e variando o cardápio de privada em privada e de cozinha em cozinha.
Vedei o raio do duto de ventilação com um durex de correio, cinco camadas. Feito isto, desliguei os ventiladores e exatamente agora estou espirrando o negócio que dura um mês pelo apartamento todo, empesteando geral. Espero não contar mais corpos pela manhã. Se contar, vou chamar o Snoop de novo e dizer "colé?"
Curiosamente, disse ao Marco que tenho mata cucarachas e ofereci, mas ele não quer. Prefere as baratas aos efeitos danosos do inseticida, ele diz.
A força, que havia voltado, caiu de novo. Todo dia cai.
Assim vou sair por uma hora, esperando o efeito do inseticida, e a próxima linha será depois disto feito. Tenho esperança de a luz voltar neste intervalo...
A luz voltou!! Fiquei no apartamento do Marco durante a uma hora, e para o alivio geral da nação, não há mais corpos. Conversamos sobre a filha dele, que é bailarina, sobre a Gisele, sobre casamento. Ele é divorciado, e me recomenda de não casar sem ter absoluta certeza. Ë possível que ele tenha sofrido com o sofrimento da ex-mulher e filha e tudo o mais, né? Falei com ele que a Índia é linda, mas ainda me faz mal.
Me faz mal de um jeito bom, porque me põe a pensar sobre muita coisa. Como pode ser algumas coisas? Acabei descobrindo com o padre que me levou a passear até o cabelereiro que estes apartamentos onde estamos são pra pesquisadores, e são assim grandes para que possam vir com suas famílias. Bem, bem. Mas ocorre que moram em apartamentos como este, ou menores, famílias inteiras de sudras e dalits, e neste predio aqui onde estou. Faz-me mal pensar a respeito, mas eles (os sudras) parecem não pensar assim. Sentem-se honrados, talvez (estou especulando) só de dividir a mesma vizinhança. Curvam-se diante de mim, que por mim só andava descalço, que o terreno onde eles pisam é sagrado. A um deles, um velhinho simpático, disse eu que ele é o mais sábio de todos no campus. Ele se surpeendeu, e disse "eu? mas como?" E eu lhe expliquei. Você criou seus filhos, você deve ter passado fome e necessidade por eles, você os sustenta com o seu suor. Você entende o que é uma casa. Os padres casam os outros, mas nunca poderão entender isto. Você é o mais sábio porque sabe do que a vida é feita. Os olhos dele ficaram luzidios. Nunca se havia percebido sábio, talvez.
Perdi o dia todo arrumando, limpando, dedetizando a casa. Já está marcada a próxima aplicação de veneno: 25 de maio. É a vida, né? Barato, mas com baratas.
Choro de pensar no meu Amor, que se esconde de uma maneira tão profunda nos olhos destes terrenos sagrados que me cercam, sejam os padres, sejam os servos, seja o Marco, sejam as baratas ou o inseticida, sejam vocês, sejam os pernilongos ou o cabelereiro ou o moço que me vendeu a fita adesiva, que disse ter vindo do Rajastão e ter viajado por cinco dias de camelo para chegar a estação de trem ou algo parecido. Não entendi direito, porque foi em hindi... Mrr mrr é pesado. rrrt é direita. mayerdae é pare... poucas coisas sei em Kannada, mas pelo menos sei o Namaskará, ao qual as pessoas sempre respondem com satisfação.
"Me curvo diante de ti porque em ti reconheço uma fagulha do Divino". Namaskará.
A vocês todos, neste finalzinho de dia cheio de leves decepções, muito cansaço e a alegria de me perceber mais íntimo do Mais Íntimo que minha própria respiração, Namaskará. Estejam vazios.
8 comments:
Ai que pena de vc com as baratas, Julim! Se vc achar mais corpos confira se estão realmente mortas, baratas são ótimas atrizes! No mais fica com Deus, ídolo! Tô aqui viajando com vc... Bjo
Sabe, concordo com o Marco. Acho que tem que ter certeza... tô gostando dele, sabia?
Da filha dele tb, porque é bailarina, mas vc não precisa gostar muito dela não, tá!!! Huhuaauhauha!!! Brincadeira!!
Brincar de casinha é assim mesmo, tem dia que é uma maravilha, mas tem dia que cansa!! Vai acostumando...
Espero que sua noite seja de bons sonos e sonhos... todas elas!
Te amo!
Ahhhhhhhh, arrepiei só de pensar nas "amigas". Quer um consolo? Hoje quando cheguei do trabalho ouvi um barulho estranho, tipo assim: "trrttrkktrktkrkrkrtrk", vindo dali do terreno do Rodrigo. Sabe o que era? Uma amiga cascavel, de bote armado em direção a um dos cachorros, que não parava de latir pra ela, no maior atrevimento. Teve que ser morta, coitada, porque senão ela ia picar o cachorro, e de onde estávamos, não dava pra capturá-la de outra forma (pusemos uma escada na beirada do muro e vimos ela lá no chão numa valeta, armando o bote). Tive pena! E medo! Julim, esse Marco é meio porquinho, nem liga de morar com as baratas! Rsrsrs...
Fiquei com pena do padre sem graça por causa das baratas.Mas fiquei com mais pena ainda de você, lutando contra esse bicho irritante!Pois é, tô pensando no pudim de leite condensado. Sempre tem um por aí, não é mesmo?´Desta vez ele estava nos 2/4 mais baratos do mundo. Cuidado com o veneno, às vezes é melhor a companhia das baratas.Credo! De qualquer forma, como nada é perfeito, nem os pudins de leite condensado, procure pensar nas vantagens de estar aí. Espero que você possa dormir melhor hoje, aliás, ontem, né?Beijos da mãe que te adora e lembranças ao
hermano.
kkkkk, o pior é o marco-porquito com as baratildas passando nele a la vontê e ele nem liga. casa dá trabalho na india e no brasil, julim...tb tô ocm a maior pena do padre sem graça e do pessoal morando amontoado. agora, sobre essa coisa de "casar só se tiver certeza absoluta" do marco, discordo PLENAMENTE. ninguém pode ter essa certeza absoluta, até porque não existe certeza nessa vida de nada, e viver consiste em mergulhar todos os dias em uma experiencia trágica e misteriosa na qual tudo concorre para o bem dos que amam a deus...
Poucas coisas me tiram do sério... entre as que já pude captar esse meu lado, se incluem baratas e ratos! E aí, meu amiguinho/primo, já vou logo atacando mesmo, com o mais poderoso do que tiver à mão. Sugiro que você faça alguma barreira com plástico em ralos diversos que tiver no seu novo apê. Só tire para usar e feche novamente, ok? Chuveiro, pia e etc. Afinal o prédio não está em obras? Então, além dos outros aspectos favoráveis, elas, além de você, também devem estar de mudança. É bom avisar ao seu novo amigo, de quem já fiquei fã só por vocês poderem fazer essa troca de figurinhas e apoios, por que se ele não tomar providências a nova moradia delas pode ser a casa dele...E aí...da casa dele à sua...é só uma descidinha pelo cano...
Fiquei com peninha dessa sua recepção, mas com isso você já vai treinando e Gisele já fica sabendo que pode ir se animando porque você está fazendo um estágio bastante movimentado de brincar de casinha. Bj Espero que o próximo seja sempre um dia melhor.
Ah, faltou comentar... Estou de acordo com a Bárbara! Certeza meu amigo, é meio que impossível para enfrentar isso! Nem para aqueles que dizem que têm, nem para aqueles que negam. Precisa mesmo é de tentar com toda a vontade de acertar, morou? Fácil não é, mas é bom!Já que os anos vividos têm que servir para alguma coisa além das rugas, dores e enferrujices, vai aí o meu conselho e olha que não é pouco, viu? Trinta anos de pura incerteza.
É isso aí, Maria Carmen!!! Concordo plenamente!
E não é só pra casamento não! É pra tudo quanto é decisão ou escolha. Na vida a gente não tem certeza de que nada vai dar certo. (Se tivesse, qual seria a graça?) Nosso papel de ser-humano não é ter certeza de felicidade nenhuma, mas lutar por ela sempre.
Eu, aqui, dos meus míseros (quase) 6 anos de pura incerteza, mas muita felicidade, tô lutando! E vc, Julim nos seus poucos dias de incerteza aí na Índia, não deixe de lutar, contra o mal-estar que a Índia te provoca, contra a vontade de estar em casa, e também contra as baratas, claro! É na luta diária que o sucesso aparece, com gostinho de certeza...
Mas falando em baratas, será que aí não tem daquelas iscas que elas levam pro ninho? Ou uma dedetização profissional? Aqui eles cobram cento e poucos pra dedetizar minha casa. Aí deve ser bem mais barato, ainda mais em um ap, imagino eu.
Fala com o Marco que ele não entende de casamento e nem de higiene, mas que é um cara legal... Tá convidado pra vir passar uns dias no Brasil!!!
Beijos!!
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